Quais são as partes “moles” e as partes “duras” de nossos corpos? O que são articulações? O que seria osso, o que seria carne? Qual a função dos ossos em nossa constituição física? É possível alguém ser constituído apenas de ossos?
Estas perguntas iniciaram a aula do dia 11.
Para cada aluno, foi pedido que identificassem em seus corpos, por meio do tato, as partes duras, ou seja, os ossos.
Essa investigação provocou nos alunos as mais diversas surpresas, e porque não, divertidas exclamações: “Minha orelha é feita de osso”? “E meu nariz, ele não parece ser todo de osso”!
Entre risadas e admirações, a aula seguiu em descobertas cada vez mais surpreendentes. Naquele momento, falou-se a eles para que sentissem as partes moles, a carne. Foi um momento de mais descobertas, até quando, mais uma instigante pergunta foi-lhes feita: “É possível alguém ser constituído apenas por partes duras ou somente por partes moles”?
Esta nova questão proporcionou aos alunos uma intensa e animada simulação de corpos, meio duros e meio moles, que se movimentavam por toda a sala.
Acrescentou-se a esse universo de questões, a existência das articulações e a sua respectiva importância para nossos corpos. Conseqüentemente para todo o tipo de movimentação ou atividade que elas nos proporcionam fazer em nosso cotidiano.
A aula prosseguiu em direção à execução plástica: a fabricação, com a utilização de papelão, de um corpo com todas as suas articulações.
Os alunos optaram por utilizar como referencia, partes de seus próprios corpos. Por meio de contorno sobre o papelão, ora o braço de um era utilizado como modelo, ora as pernas, e assim sucessivamente.
Estas perguntas iniciaram a aula do dia 11.
Para cada aluno, foi pedido que identificassem em seus corpos, por meio do tato, as partes duras, ou seja, os ossos.
Essa investigação provocou nos alunos as mais diversas surpresas, e porque não, divertidas exclamações: “Minha orelha é feita de osso”? “E meu nariz, ele não parece ser todo de osso”!
Entre risadas e admirações, a aula seguiu em descobertas cada vez mais surpreendentes. Naquele momento, falou-se a eles para que sentissem as partes moles, a carne. Foi um momento de mais descobertas, até quando, mais uma instigante pergunta foi-lhes feita: “É possível alguém ser constituído apenas por partes duras ou somente por partes moles”?
Esta nova questão proporcionou aos alunos uma intensa e animada simulação de corpos, meio duros e meio moles, que se movimentavam por toda a sala.
Acrescentou-se a esse universo de questões, a existência das articulações e a sua respectiva importância para nossos corpos. Conseqüentemente para todo o tipo de movimentação ou atividade que elas nos proporcionam fazer em nosso cotidiano.
A aula prosseguiu em direção à execução plástica: a fabricação, com a utilização de papelão, de um corpo com todas as suas articulações.
Os alunos optaram por utilizar como referencia, partes de seus próprios corpos. Por meio de contorno sobre o papelão, ora o braço de um era utilizado como modelo, ora as pernas, e assim sucessivamente.
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