sábado, 29 de agosto de 2009

Aula do dia 25 de agosto
















Continuando a bela exploração que começamos na última semana cheia de entusiamo, imaginação, danças e descobertas nos aprofundamos nesta viagem nos corpos. Com a chegada de novos participantes que alongaram as férias por mais uma semaninha retomamos as perguntas feitas pelas próprias crianças no último encontro: e se eu fosse feito só de partes moles? e se eu fosse feito só de partes duras? e se eu não tivesse articulações? Além de toda a preparação com massagens em si e nos colegas e pequenas danças a partir das sensações da mobilidade das articulações e ossos, experimentamos a vivência de situações hipotéticas problematizadas pelas próprias crianças como a ida à escola, o comer, o banhar-se, o próprio dançar e pintar, tudo isso se fossemos feitos somente de ossos ou somente de pele ou cartilagens, dentre tantas possibilidades recriadas para a matéria de que somos feitos. Durante este encontro também terminamos de criar o nosso modelo de corpo articulado que ganhou até nome - Fran Luiz Rafael de Pig! Ele ficou tão bonito que mereceu até uma dança com os criadores!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Aula do dia 18 de agosto
















Quais são as partes “moles” e as partes “duras” de nossos corpos? O que são articulações? O que seria osso, o que seria carne? Qual a função dos ossos em nossa constituição física? É possível alguém ser constituído apenas de ossos?
Estas perguntas iniciaram a aula do dia 11.
Para cada aluno, foi pedido que identificassem em seus corpos, por meio do tato, as partes duras, ou seja, os ossos.
Essa investigação provocou nos alunos as mais diversas surpresas, e porque não, divertidas exclamações: “Minha orelha é feita de osso”? “E meu nariz, ele não parece ser todo de osso”!
Entre risadas e admirações, a aula seguiu em descobertas cada vez mais surpreendentes. Naquele momento, falou-se a eles para que sentissem as partes moles, a carne. Foi um momento de mais descobertas, até quando, mais uma instigante pergunta foi-lhes feita: “É possível alguém ser constituído apenas por partes duras ou somente por partes moles”?
Esta nova questão proporcionou aos alunos uma intensa e animada simulação de corpos, meio duros e meio moles, que se movimentavam por toda a sala.
Acrescentou-se a esse universo de questões, a existência das articulações e a sua respectiva importância para nossos corpos. Conseqüentemente para todo o tipo de movimentação ou atividade que elas nos proporcionam fazer em nosso cotidiano.
A aula prosseguiu em direção à execução plástica: a fabricação, com a utilização de papelão, de um corpo com todas as suas articulações.
Os alunos optaram por utilizar como referencia, partes de seus próprios corpos. Por meio de contorno sobre o papelão, ora o braço de um era utilizado como modelo, ora as pernas, e assim sucessivamente.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Aula do dia 07 de julho

A aula iniciou-se com Renata, através de uma atividade de “aquecimento corporal”. Essa atividade englobou a “movimentação” corporal e o “reconhecimento da estrutura óssea” por meio de toques/batidas por todo o corpo e, logo em seguida, foi pedido aos participantes do grupo que sentissem, com o tato das mãos, as texturas de seus corpos.
A aula prosseguiu com a divisão do grupo em subgrupos com um número de 3 elementos. Para cada subgrupo, foi explicado que um elemento seria vendado e conduzido pelos outros, os quais dessa forma permaneceriam videntes.
Os elementos que permaneciam videntes conduziam o participante vendado pelas cercanias (área próxima à quadra de esportes).
Dessa forma, o aluno vendado explorava, com o tato das mãos, toda a área circunscrita.
Ao final de cada participação, houve o revezamento entre os elementos dos subgrupos.
Finalizada esta etapa da atividade, o grupo e seus respectivos subgrupos, foram levados a uma área externa (ao ar livre). Nesta área, repetiu-se o mesmo procedimento anterior, embora que, nessa situação, os participantes experimentavam o contato com os elementos orgânicos, como folhas, árvores etc.
No momento em que todos já haviam feito o circuito, foi aberta ao grupo uma discussão dos resultados sensoriais experienciados.
A seguir, foi dada a cada participante, uma folha de papel craft mais bastões coloridos de giz pastel oleoso. Com este material, foi pedido aos alunos que, por meio de decalques, captassem as várias texturas do ambiente.
Ao final da aula, novamente abriu-se uma discussão dos resultados de seus trabalhos, bem como, a relevância dos sentidos da visão e do tato na identificação de texturas.