Já estamos em dezembro e na reta final do nosso projeto "Corpo+Cidade". Depois de estudarmos as linhas que formam a arquitetura e espaços do CEU e seu redor nas últimas aulas, dedicamos calmamente toda uma tarde para a construção de uma cidade no jardim do CEU. As crianças estavam livres pelo espaço de construção e trabalharam em grupo com muita facilidade. Estávamos a céu aberto, sobre a grama e o ambiente harmonioso trouxe até um cachorro amigo para nos acompanhar.
Os educadores forneceram grandes caixas com materiais diversos: ripas de compensado de madeira, papelão, embalagens, argila, tinta, papel. Tudo a disposição para a criação. As crianças criavam e discutiam instantanea e coletivamente o que fazia parte da cidade, ou do que uma cidade precisava.
Foi bonito observar por onde passava a percepção delas: fundamentalmente uma cidade além de pessoas, casas, praças e árvores e serviços, precisa ter vias de acesso para dentro e fora dela. Muitas vias, pontes, rodoviária e aeroporto foram construídos e formaram a base da cidade. Acredito que as crianças chegaram num ponto muito importante da concepção do que deva ser uma cidade: um lugar que acolhe e mantém quando estamos dentro mas que, mais do que permite, instiga-nos a ir além dela, pede-nos para voar.
Hoje temos certeza que nossas crianças estão voando muito bem com a imaginação e com a inteligência e esperamos que eles possam construir realmente essa cidade que eles sabem ser necessária. Por enquanto, aqui no Jardim Paulistano, com dificuldade eles encontram ônibus que os façam chegar ao centro da cidade, as praças e aos museus e centros culturais. Por enquanto um passeio até o parque da Água Branca ainda é "uma viagem" como um deles me contou certa vez.
Os educadores forneceram grandes caixas com materiais diversos: ripas de compensado de madeira, papelão, embalagens, argila, tinta, papel. Tudo a disposição para a criação. As crianças criavam e discutiam instantanea e coletivamente o que fazia parte da cidade, ou do que uma cidade precisava.
Foi bonito observar por onde passava a percepção delas: fundamentalmente uma cidade além de pessoas, casas, praças e árvores e serviços, precisa ter vias de acesso para dentro e fora dela. Muitas vias, pontes, rodoviária e aeroporto foram construídos e formaram a base da cidade. Acredito que as crianças chegaram num ponto muito importante da concepção do que deva ser uma cidade: um lugar que acolhe e mantém quando estamos dentro mas que, mais do que permite, instiga-nos a ir além dela, pede-nos para voar.
Hoje temos certeza que nossas crianças estão voando muito bem com a imaginação e com a inteligência e esperamos que eles possam construir realmente essa cidade que eles sabem ser necessária. Por enquanto, aqui no Jardim Paulistano, com dificuldade eles encontram ônibus que os façam chegar ao centro da cidade, as praças e aos museus e centros culturais. Por enquanto um passeio até o parque da Água Branca ainda é "uma viagem" como um deles me contou certa vez.
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